24/02/2014

não percebemos muito de vinhos, mas este soube-nos bem #7


(http://www.ravasqueira.com)

Fonte da Serrana (branco, o tinto também é bom)
Alentejo
2012
2,99€ (preço médio)


Raquel e João

20/02/2014

novidades e sugestões - Comidas do Mundo no Campo Pequeno - com passatempo!

Hoje abre portas no Campo Pequeno a primeira edição de um evento totalmente dedicado às Comidas do Mundo

Já imaginaram o que é reunir, no mesmo espaço e durante 4 dias, 10 chefs, 10 tipos de gastronomia, cada um de um diferente país, e menus de degustação que variam todos os dias? 

Pois é, se já estão com água na boca, e gostam de viajar sem sair do mesmo sítio, um salto ao Campo Pequeno a partir das 19h de hoje e até ao final de segunda-feira, dia 24, é meio caminho para passar um bom bocado e experimentar do melhor que se cozinha por esses países fora, pelas mãos de verdadeiros entendidos na matéria. 

De facto, hoje em dia e cada vez mais, temos a possibilidade de experimentar, ver, provar e conhecer, do mais saboroso que se faz em Portugal e no mundo. Este tipo de eventos faz com que comer bem já não seja uma possibilidade inacessível a muitos.

Caso queiram aproveitar as iguarias preparadas pelos chefs, saibam que cada um terá um menu de degustação por dia e diversos pratos inspirados no país por si escolhido. Alexandre Silva (Itália), Bertílio Gomes (Marrocos), Chakall (Peru), Paulo Morais (Japão), Marlene Vieira e João Sá (E.U.A.), Kiko (Argentina), Vitor Esteves (Dieta Mediterrânea), Luis Baena (Cozinha Ibérica), António Alexandre (Alemanha) e, Nuno Bergonse (Portugal) são os 10 chefs convidados. 

O Comidas do Mundo traz para o centro da nossa cidade outros cheiros, cores e sabores e reaproxima Portugal do resto do mundo. 

O evento arranca hoje, a partir das 19h até às 24h, e nos restantes dias terá horário alargado entre as 12h30 e as 24h. 

A entrada no evento tem um custo de 10€, mas cada euro dá direito a um vale de desconto em cada cozinha, possibilitando que se possa experimentar pratos de várias nacionalidades, para que não se perca pitada! 

Dentro do recinto, as entradas e sobremesas custam até 3€ e os pratos principais entre os 5€ e 8€. Ou seja, cozinha de autor a preços bastante acessíveis. 

Aqui ficam duas imagens para vos abrir o apetite:





A melhor parte? Temos 5 entradas duplas para oferecer, para segunda-feira, dia 24 (das 12:30h às 24h)!

Para se habilitar a ganhar:
- faça gosto na nossa página les bons vivants
- faça gosto na página da Comidas do Mundo
- partilhe a página Comidas do Mundo com os seus amigos
- envie um email com o seu nome e telefone para lesbonsvivantsblog@gmail.com com o assunto PASSATEMPO COMIDAS DO MUNDO

De 10 em 10 participações será oferecida uma entrada dupla!!  (participação limitada a um email por pessoa)


Raquel e João

13/02/2014

novidades e sugestões - Dia dos Namorados em modo "o amor não tem de ser caro"

Para alguns, o Dia dos Namorados é um dia especial em que se tem a oportunidade de mimar a cara-metade, de a surpreender com algum gesto romântico. Para outros, é um dia óptimo para combinar estar com os amigos sob o pretexto de uma data que não comemoram a sério. Por fim, outros não ligam nada a este dia e é apenas mais um para se juntar aos outros 364 do ano.

Independentemente da opinião de cada um, o Dia dos Namorados, ou o Dia de S. Valentim, é a desculpa perfeita para um programa diferente, a dois ou não. Este ano tem a vantagem de calhar a uma sexta-feira! Numa altura em que o low cost tem cada vez mais adeptos, sugerimos uma comemoração em conta, diferente do habitual jantar seguido de cinema.

- Comece por abrir uma garrafa de vinho e servir um copo em jeito de brinde. Porque não um tinto do Alentejo, Altas Quintas 600?

- Para abrir o apetite, sugerimos um passeio a pé por sítios que aprecie, um jardim, à beira-rio, por entre ruelas antigas. Andar a pé é bom para conversar, faz bem à saúde e não custa dinheiro. Se estiver a chover, entre no primeiro recanto que lhe parecer confortável e petisque qualquer coisa. Se estiver em Lisboa, sugerimos Belém, o Jardim da Estrela, Alfama, Príncipe Real, Chiado. Caso viva no Porto, a Ribeira, Foz, zona da Sé, Avenida Miguel Bombarda, são algumas das muitas hipóteses existentes.

- Se preferir um jantar mais caseiro, surpreenda com uma massa à italiana. O truque é ser simples, saborosa e diferente. Uma massa italiana tem sempre um toque romântico. Experimente esta receita de carbonara de curgete do Jamie Oliver.

- Se não quiser cozinhar, compre umas conservas (a de atum em molho cru da marca açoriana Sta. Catarina, é deliciosa). Ponha uma mesa bonita e acompanhe com tostinhas e pão. Petiscar em casa também sabe bem!

 - Para sobremesa, corte uma manga em pedaços e tempere com flor de sal, piripiri ou malagueta fresca e sumo de lima. A combinação de sabores é deliciosa.

- Prolongue o dia dos namorados até sábado e seja turista na própria cidade. Alinhe num passeio pelo centro histórico, visite jardins, museus e passe por locais emblemáticos. Às vezes esquecemo-nos de apreciar o que está à nossa volta. Porque não um piquenique se estiver bom tempo? Se forem aventureiros, com antecedência pesquisem por caminhadas na zona e façam-se ao caminho!

- Por fim, deixamos algumas ideias do que oferecer neste dia aos adeptos da boa vida e da cozinha: um avental “Feliz é quem cozinha com amor”, para tornar os fins-de-semana ao fogão mais românticos; um fiu de aromáticas, uma técnica japonesa que combina a utilidade das ervas aromáticas com a possibilidade de decorar a sua cozinha com uma planta original; para os amantes de petiscos e canapés, um workshop de finger food da Escola de Hotelaria e Turismo de Lisboa (também há workshops nas outras escolas de hotelaria); um passeio temático por Lisboa, da Lisboa Autêntica. 

*Texto originalmente publicado no blogue da marca Oleoban

08/01/2014

receita - salada de beterraba

Esta salada de beterraba é um óptimo acompanhamento para os dias chuvosos que se fazem sentir. A beterraba aconchega no Inverno e lembra-nos que há coisas boas e reconfortantes para saborear no conforto da nossa casa.


É preciso:

- beterrabas
- limão
- azeite
- sal
- pimenta
- hortelã


Embrulham-se as beterrabas, com casca, em papel de alumínio e levam-se ao forno bem quente durante bastante tempo (aproveite quando utilizar o forno para outro prato e "atire" as beterrabas lá para dentro). Depende do forno, mas no nosso, a gás, demoram praticamente 1 hora a ficarem no ponto.

De seguida retiram-se do forno e descascam-se, mas convém esperar um pouco para não nos queimarmos. Cortam-se em pedaços e colocam-se numa taça de servir.

Para finalizar, tempera-se com sumo de limão, azeite, sal, pimenta, folhas de hortelã picadas e uma ou duas raspas de limão. 

Fica delicioso e serve para acompanhar qualquer prato, desde peixe a carne, ou até mesmo para comer como entrada.




João

26/12/2013

sobras de peru? Veja a nossa sugestão na Tentações de hoje

Hoje, a revista Tentações da Sábado, publicou várias sugestões de como aproveitar as sobras do Natal. Bacalhau ou peru, tem ideias para tudo!

Aqui fica a nossa contribuição, sendo que onde se lê "uma colher de iogurte" se deve ler "um iogurte" e não é "1 lata de tomate concentrado", é o tomate concentrado que vem em tubo :)





João e Raquel

20/12/2013

novidades e sugestões - food huggers

Bastou ler a palavra "food" para ficar curiosa, sobretudo quando estava a ler sobre qualquer coisa que "abraçava comida". E ainda bem que assim foi, pois fiquei a conhecer um produto original, útil e giro. 

Então, o que são os food huggers? São um produto desenhado com o objectivo de manter a frescura e  o sabor dos alimentos. Uma espécie de tampa ou capa, que tanto pode servir para tapar frascos e enlatados, como, sobretudo, para proteger legumes e frutos já cortados ao meio, impedindo que fiquem no frigorífico a perder o sabor e a estragar-se. 

Já experimentámos e funciona! Fim às metades de cebolas a largar mau cheiro no frigorífico, fim à película aderente ou papel de prata a tentar conservar alimentos por mais tempo! Sim aos food huggers, que além de giros, são reutilizáveis e podem ir à máquina da loiça, microondas e congelador!

Podem ser comprados online e um conjunto de quatro, de diferentes tamanhos, custa 19 dólares (cerca de 14€). Podemos escolher de entre vários conjuntos de cores e ainda comprar huggers especiais, como o que existe para o abacate








Raquel

09/12/2013

truques e dicas - noodles

Já aqui partilhámos uma das nossas receitas preferidas, os noodles com masala de frango. Os noodles são, de facto, um óptimo pretexto para aproveitar sobras de carne e possivelmente de peixe (embora nunca tenhamos experimentado noodles com  peixe). 

Fica a dica: se vos sobrar frango assado, uns bifes de porco ou vaca, um peixe assado ou cozido (ou outra coisa qualquer, há imensas possibilidades) e estiverem sem imaginação ou tempo para preparar alguma coisa, arrisquem uns noodles!

Existem diversas marcas e variedades que podemos encontrar facilmente no supermercado. Podem optar por uns simples ou por alguns que venham com possibilidade de adicionar sabor à cozedura (legumes, frango, camarão, cogumelos...). As marcas que costumamos utilizar são a Koka e a Knorr.

Claro que tem sempre a possibilidade de fazer uns noodles menos "instantâneos" e cozinhá-los num caldo caseiro, bem mais saboroso. 

A preparação dos noodles é muito fácil pelo que em 5 minutos é possível ter uma refeição pronta e muito reconfortante (algo entre a massa e um caldinho quente). Basta seguir as instruções da embalagem, que habitualmente consistem apenas em ferver um determinada quantidade de água, adicionar esta aos noodles, mexer e adicionar os sabores ao caldo. 

Depois disto, basta juntar as sobras que se quer aproveitar (pré-aquecidas ou não), outros ingredientes que fiquem bem, temperar a gosto e já está! 




Raquel

08/11/2013

receita - creme de castanhas e cogumelos com crocante de presunto

A combinação de cogumelos e castanhas é muito interessante, dado que os cogumelos crescem na natureza sob os castanheiros. Como esta combinação é ligeiramente adocicada, umas tiras de presunto crocante dão o equilíbrio necessário ao prato.


É preciso:

- 500g de castanhas peladas
- 1 cebola
- 300 g de cogumelos
- azeite
- manteiga
- caldo (de cogumelos, legumes ou outro)
- leite
- sal
- presunto
- tomilho


Refoga-se 500g de castanhas peladas (as congeladas são mais práticas) e uma cebola picada num fio de azeite. De seguida juntam-se 300g de cogumelos em pedaços e uma noz de manteiga. Quando os cogumelos começarem a libertar água adiciona-se caldo e leite em doses iguais até cobrir tudo. Se for necessário pode-se ir juntando mais. Tempera-se com pouco sal e deixa-se cozinhar em lume médio até as castanhas estarem cozinhadas. No fim passa-se tudo com a varinha mágica e rectifica-se a consistência com caldo.

Para o presunto crocante, basta colocar num tabuleiro de ir ao forno tiras de presunto e cozinhar até ficar estaladiço.

Apresentação:

Serve-se com o presunto crocante e com umas folhas de tomilho.



João

24/10/2013

novidades e sugestões - GIN tasting

O gin agora é moda em Portugal. Dantes era uma bebida de segundo plano, servida em copo alto com duas pedras de gelo e uma rodela de limão. As marcas disponíveis no mercado eram escassas e não havia sequer a consciência de que se podia variar na água tónica.

Felizmente, o cenário mudou drasticamente e agora podemos encontrar inúmeras marcas em muitos estabelecimentos. Para além disso, o modo como é servido passou a ser muito mais cuidado. Pepino, malaguetas, especiarias e ervas aromáticas são alguns dos ingredientes que passaram a fazer parte do receituário.

Como eu e a Raquel gostamos muito de gin, não deixámos passar a oportunidade de ir ao primeiro GIN tasting realizado em Portugal. Este evento, organizado pela EV - essência do vinho, reuniu em Leiria mais de 50 marcas que apresentaram os seus produtos. Contou também com provas, workshops e masterclasses. Tirámos umas ideias engraçadas para cocktails com gin no espaço da Schweppes.


Os gins eram servidos com todo o requinte, observando-se diversas técnicas e modos de apresentação da bebida.

Eu provei Gin Mare em copo fumado com ervas aromáticas, The London nº1 e Mombasa Club, originário do Quénia. A Raquel provou Martin Miller's, London nº 0 e Heyman's Old Tom Gin, proveniente de uma das mais antigas destilarias do mundo e dos criadores da conhecida marca Beefeater.



Para os interessados, fica a informação de que se pagava 15€ à entrada (10€ se a compra fosse feita com antecedência) com oferta de um copo de prova. Entre as 14h e as 24h era possível provar todas as marcas de gin presentes no evento e ainda participar nas diversas actividades. 

E, agora, a boa notícia: vai haver segundo round! Dia 2 de Novembro, no Porto, na Casa de Serralves, realizar-se-à novo GIN tasting, com o programa a ser anunciado brevemente.




(fotografias cedidas pela organização)


João

21/10/2013

restaurante - Tasca Urso

No charmoso Príncipe Real fica este espaço de nome caricato. A Tasca Urso, que de tasca só tem mesmo os petiscos.

Divida em três salas distintas, quatro se contarmos com a área da entrada, a tasca oferece possibilidades várias conforme o tipo de refeição que se for tomar. Uma sala mais espaçosa e luminosa, uma sala intermédia entre o interior e o exterior, mais apropriada para jantares a dois ou mais íntimos, e um espaço exterior para as noites quentes. A decoração é engraçada, remetendo-nos para outros tempos. 

A carta é composta por petiscos variados, desde peixinhos da horta, filetes de polvo com arroz de polvo, pica-pau, pataniscas de bacalhau com molho de iogurte, morcela, e por aí fora. 

Optámos por pedir um mil folhas de bacalhau e favinhas com enchidos. O primeiro era bom, e fazia jus ao nome de mil folhas, com uns triângulos de massa folhada recheados de creme de bacalhau acompanhados por uma pequena salada. Mas o tachinho que veio para a mesa com as favinhas e enchidos é que foi uma agradável surpresa. Bem temperado, saboroso e reconfortante. 

Bebemos uma sangria branca simpática.

O atendimento é informal e os preços são a parte menos boa da refeição. Sem cafés nem sobremesas, mas com couvert (requeijão, noz, doce de abóbora e pão), pagámos quase 40€. 

Tenham atenção que nesta zona o estacionamento é um problema. Se forem de carro contem com uns bons minutos à procura de lugar. Aconselhamos a que façam reserva. 


Raquel


Morada:
Rua Monte Olivete, 32 A
1200-280 Príncipe Real

Telefone:
96 290 22 34

09/10/2013

quem quer um voucher para dois menus Restaurant Week?

É só ir até à nossa página de facebook aqui e participar no passatempo que lá está a decorrer até ao final do dia de hoje

Basta escrever uma frase e já está... habilita-se a ganhar um voucher para dois menus em restaurante surpresa, do Lisboa Restaurant Week, de 10 a 20 de Outubro.





Boa sorte!

Raquel e João

07/10/2013

workshop Sabor do Ano no U Chiado

A convite do Sabor do Ano, participei num workshop no restaurante U Chiado. O objectivo era conhecer os produtos certificados com o selo de qualidade Sabor do Ano de 2013.

Juntei-me à Isabel e à Suzana e arregacei as mangas para preparar três pratos com os ingredientes certificados. Com a ajuda da chef Vanessa Silveira fizemos uma entrada, prato principal e sobremesa que tornaram aquela tarde chuvosa num divertido convívio gastronómico.

De entrada fizemos umas tostinhas com pasta de azeitona, queijo feta e rúcula temperada com vinagre de framboesa. Este vinagre, da marca Gallo, foi uma boa descoberta. Tem um início de intenso sabor a framboesa que se vai perdendo na acidez que perdura no palato.

De seguida preparámos umas postas de bacalhau Riberalves com esparregado e batatas a murro. Como as postas eram boas, a confecção simples serviu apenas para destacar a sua qualidade. Começámos por lhes dar uma entaladela em azeite, só para ganhar cor. De seguida juntámos alho laminado e bastante azeite para as finalizar no forno. O esparregado, que por acaso fui eu que fiz, é muito simples: num tacho puxar em azeite e alho os grelos previamente cozidos, acrescentar meia colher de sopa de farinha e um fio de leite para a envolver. Finalizar com um fio de natas para dar cremosidade e umas gotas de vinagre. Por fim, rectificam-se os temperos.

Terminámos a refeição com um carpaccio de ananás dos Açores com nata azeda e petit gateaux de chocolate. O ananás Profrutos, produto com selo Sabor do Ano, é de facto muito bom.

Tudo isto foi muito bem acompanhado por um bom e muito em conta (entretanto já fui investigar) vinho branco da Adega de Favaios.

Fica o agradecimento ao Sabor do Ano, que nos dá a conhecer o melhor que por cá temos e, claro, que organiza a excelente iniciativa que é o Restaurant Week. A próxima edição lisboeta começa já no dia 10 de Outubro.




João

26/09/2013

truques e dicas - como conservar queijo

Já vos deve ter acontecido comprar um bom queijo e passado poucos dias terem de o deitar fora, por estar com mau aspecto, sem sabor ou com bolor. 

Um dos erros mais frequentes é embrulhar o queijo em película aderente ou outro tipo de plástico. Sendo o queijo um alimento que precisa de "respirar", envolvê-lo totalmente em plástico é meio caminho andado para que o queijo se estrague e fique sem sabor. 

O ideal é envolver o queijo em papel, um papel fino como o vegetal ou papel de cera. Tem é de ser um papel poroso que permita o queijo "respirar".  De facto, assim que o queijo é cortado ou aberto entra logo em contacto com o ar e começa lentamente a deteriorar-se. É preciso protegê-lo, mas de forma correcta.

Depois de envolvido em papel, aí sim pode guardá-lo dentro de um saco de plástico, por exemplo, e colocá-lo no frigorífico, mas na parte menos fria, como a gaveta dos vegetais. O plástico protege o queijo dos odores que circulam no frigorífico, preservando o sabor do queijo. Pode optar por guardá-lo envolto em papel, num tupperware. 

De qualquer forma, não convém que o queijo fique muito tempo no frigorífico, pelo que se deve comprar quantidade suficiente apenas para uma ou duas porções. 




Raquel

17/09/2013

receita - pernas de codorniz enroladas em presunto com polenta

Aqui fica uma receita adaptada do programa Masterchef, com pequenas alterações, e que vale a pena experimentar, apesar de ser um pouco demorada. É uma ideia boa para um jantar que se quer mais longo ou cerimonioso, fugindo aos pratos habituais. 


É preciso:

- azeite
- cebola
- 2 latas de tomate pelado
- manjericão
- alho
- sal
- açúcar mascavado
- polenta
- manteiga
- queijo parmesão
- codornizes
- presunto
- aipo
- cenoura


Começa-se por fazer molho de tomate: num tacho, com um fio de azeite, refoga-se cebola picada até ganhar cor. De seguida, juntam-se duas latas de tomate pelado, mais umas folhas de manjericão e um dente de alho fatiado e tempera-se com sal. Acrescenta-se um pouco de água e deixa-se ferver durante bastante tempo, até reduzir e ficar um molho compacto. No fim emulciona-se com a varinha mágica e acrescenta-se uma colher de sopa de açúcar mascavado para cortar a acidez do tomate. 

Enquanto o molho de tomate está ao lume, vai-se fazendo a polenta: a um litro de água a ferver junta-se 200g de polenta a pouco e pouco, sempre a mexer com varas. Deixa-se cozinhar em lume brando, mexendo de vez em quando. Termina-se envolvendo 100g de manteiga e bastante queijo parmesão ralado. 

Arranjar as codornizes é o que dá mais trabalho: separam-se as pernas e retira-se o osso superior a cada uma delas. No lugar do osso põe-se uma folha de manjericão. Tempera-se com um pouco de sal e pimenta e enrola-se com um pedaço de presunto (não se esqueçam que o presunto já é salgado). Deixa-se o resto da codorniz inteira e tempera-se também com sal e pimenta. 

De seguida, numa frigideira com um fio de azeite, dá-se uma entaladela a tudo (pernas e peito) para depois se levar ao forno para acabar de cozinhar. Depois de arrefecer um pouco, desfia-se o peito da codorniz e reserva-se.

Para finalizar, na mesma frigideira onde se corou a carne, junta-se aipo, cebola e cenoura, tudo picado. Deixa-se ganhar cor e adiciona-se a codorniz desfiada. Junta-se molho de tomate e verificam-se os temperos.


Apresentação:

A polenta como base, a codorniz desfiada no molho de tomate ao centro e duas pernas de codorniz enroladas em presunto por cima.




João

02/09/2013

novidades e sugestões - momondo

Quando perguntamos a alguém qual é o melhor site para pesquisar voos, é comum obtermos respostas diversas, com cada pessoa a referir um motor de pesquisa diferente. A verdade é que há, de facto, imensas opções, mas a nossa descoberta merece ser partilhada: a momondo.
Há dias marcámos uma viagem para a Dinamarca a partir da momondo, e é realmente um motor de pesquisa muito intuitivo e completo.

Para começar, ao pesquisarmos hipóteses de voos por datas, surge-nos um calendário de preços em formato de gráfico de barras que nos indica logo as variações de preços nos dias anteriores e seguintes às datas escolhidas. Este gráfico de leitura imediata, facilita-nos a vida pois percebemos logo se compensa marcar a ida para o dia seguinte e o regresso para dois dias mais tarde, por exemplo.  

Outro pormenor é a classificação dos voos apresentados, de 1 a 10, que nos indica a relação preço/tempo de voo (um voo sem escalas e barato obtém uma boa classificação). Isto ajuda-nos a perceber o que é que vale mais a pena, conforme as nossas prioridades. Por exemplo, se nos compensa pagar mais 20€ e demorar menos 1 hora a chegar ao destino. 

Uma característica boa é a opção "melhores voos", que nos permite fazer a pesquisa tendo em conta as nossas opções. Se quisermos poupar tempo, poupar dinheiro, poupar tempo e dinheiro ou regressar de noite e partir de madrugada, podemos conjugar estas hipóteses e perceber que voo se adequa às nossas preferências. 

Além disto, a momondo tem ainda uma série de estatísticas relacionadas com a previsão de voos, com curiosidades e informações úteis como a evolução do preço dos bilhetes ao longo do ano, as companhias aéreas mais baratas tendo em conta o destino, o preço dos bilhetes conforme os dias até à data de partida, e muito mais... 

É possível pesquisar voos para todos os continentes, de Espanha ao Cazaquistão! Ainda se pode pesquisar por hotéis e carros para alugar, embora não seja costume procurarmos estas opções neste tipo de site.

Vamos já começar a sonhar com os destinos da nossa lua-de-mel... (pois é, temos novidades!)


João e Raquel

27/08/2013

restaurante - Alcides

Em trabalho tive de ir até aos Açores, mais propriamente até Ponta Delgada. Embora não tenha tido tempo para conhecer a cidade e apreciar a paisagem açoriana, tive a sorte de ir até ao Alcides que, pelo que se diz, é o melhor sítio para comer um bom bife.

E a verdade é que o bife é mesmo, mesmo bom. Antes de mais, é diferente do normal, a começar pelo molho que é muito saboroso, com alho e pimento, e na forma como a carne nos chega à mesa. 

Por dentro, a carne é muito tenra e saborosa, por fora, o bife parece que vem com uma crosta crocante. A acompanhar vêm umas batatas fritas caseiras. De entrada, vale a pena experimentar os queijos que servem. 

O espaço é normal, o atendimento bom e a localização central. Tendo em conta a qualidade da carne, não custa pagar cerca de 14€ pelo bife. Com entradas, bebidas e café a refeição ronda os 20€ por pessoa.



Morada:
Rua Hintze Ribeiro, 61/77
9500-049 Ponta Delgada - S. Miguel

Telefone:
296 282 677



Raquel

23/08/2013

pizzas!

Andamos com vontade de dar uso a esta máquina para massas, mas queremos novas receitas de massa para pizza para conseguir uma base perfeita: fina e estaladiça!

Se houver por aí alguém que queira partilhar algum segredo, dicas, sítios onde comprar a farinha apropriada, receitas... faça o favor! Nós vamos procurando também e partilhamos no nosso facebook. 

Nós agradecemos! 

João e Raquel

20/08/2013

receita - pão de leite frito com sardinhas enlatadas

Fomos acampar para perto de Sagres, mais precisamente para o parque de campismo Quinta dos Carriços, sobre o qual já aqui escrevemos, um parque de campismo muito calmo,  tranquilo e com excelentes condições.

Apesar de estarmos a acampar, não deixámos de comer bem. Fizemos este petisco, muito simples, que dá uma nova vida às sardinhas enlatadas, e que brinca com o contraste entre o doce e o salgado.


É preciso:

- sardinhas enlatadas em molho de tomate
- pães de leite
- azeite
- alho
- sal
- pimenta
- malagueta verde


Fritam-se as fatias de pão de leite num fio de azeite com uns dentes de alho esmagados. Temperam-se com flor de sal, pimenta e malagueta verde picada. Não demora muito tempo a corar, por isso atenção para não deixar queimar.


Apresentação:

O pão frito e as sardinhas enlatadas. Não se deixem enganar pelo aspecto... fica delicioso!




Para mais dicas e receitas de campismo, é só clicar aqui.

João

08/08/2013

para os amantes de cogumelos

Uma crónica com receitas ainda não publicadas no blogue, inteiramente dedicadas aos cogumelos... De que é que estão à espera? 

É só clicar aqui.


João e Raquel

25/07/2013

viagens e sítios - Cooking and Nature Emotional Hotel

No início de Julho tivemos a oportunidade de conhecer o hotel Cooking and Nature, em plena Serra D'Aire, perto de Porto-de-Mós, em Alvados. 

Arquitectura, natureza, conforto e design, são algumas palavras que resumem o conceito deste espaço aberto em finais de 2012. Contudo,  inovação e criatividade são outras duas características marcantes deste projecto.

Comecemos pelos quartos: são doze e todos diferentes uns dos outros. Cada um deles conta com uma decoração associada a uma emoção diferente (desde o romantismo e alegria, à saudade, nostalgia). Assim, o hotel tem à disposição doze opções de escolha que podem de algum modo marcar a estadia dos hóspedes. 

Nós ficámos no quarto Passado/Nostalgia, de decoração sóbria e do qual destacamos a enorme janela sobre a serra e a casa-de-banho, bastante ampla e igualmente aberta sobre a paisagem através de uma janela junto à banheira. 

Estes pequenos pormenores, como os das janelas e outros, realçam as preocupações transversais a todo o projecto de arquitectura: relação com a natureza, iluminação natural, enquadramentos visuais da paisagem, qualidade construtiva e qualidade dos materiais, bem como a diversidade dos espaços. 

Outro dos aspectos inovadores deste hotel e que é denunciado no seu próprio nome ("Cooking") prende-se com o facto de serem os hóspedes a ultimar o seu próprio jantar. Numa cozinha/sala de refeições moderna, em tons de preto e com alguns elementos retro, somos convidados a fazer a preparação final do nosso jantar, previamente escolhido de um tentador leque de opções (entrada, prato principal e sobremesa).

Não se assustem, pois não vai correr mal, já que está tudo previamente preparado e temos o apoio constante de alguém que assegura que o jantar não é destruído! Para quem não esteja habituado a cozinhar, esta é uma experiência diferente que dá a oportunidade de "pôr as mãos na massa" sem se sujar muito. O mais importante de tudo é a qualidade dos ingredientes, pelo que destacamos o naco de vitela que era muitíssimo tenro e saboroso. 

É também nesta sala de refeições que são servidos os pequenos-almoços, outro ponto alto da estadia. Variedade, qualidade e frescura descrevem o buffett que temos à nossa disposição. 

Ainda dentro dos conceitos inovadores demos de caras com o "honesty bar": um bar equipado com tudo, menos com um barman. Assim, cada um serve-se do que quiser, desde café a bebidas brancas, e aponta honestamente o que consumiu. Da nossa parte podemos dizer que este modelo aguçou a vontade de consumo, pois acabámos por nos sentir em casa.

Se uma piscina no meio da vegetação, com vista para a serra e rodeada de oliveiras vos dá vontade de ir já para lá, então podem pôr-se a caminho. De dia e de noite, esta zona do hotel é muito agradável, muito em parte devido aos maravilhosos pufs (estamos encantados) ao dispor dos hóspedes. 

Em suma, este hotel conquista-nos pelos conceitos inovadores mas, sobretudo, pela preocupação de qualidade em todos os aspectos, a começar na arquitectura, passando pelo design (não pudemos deixar de reparar em algumas peças de muito bom gosto, como uma salamandra Godin numa sala comum), pelos quartos, e também pelo atendimento. 

As palavras não chegam para transmitir o quão agradável foi a nossa estadia. O preço, de 159 €/noite com pequeno almoço incluído é mais do que justo tendo em conta todos os aspectos já referidos.

Na zona recomendamos a Tasquinha da D. Maria, numa povoação perto (Livramento), onde fomos muito bem recebidos e onde comemos umas petingas deliciosas e uma  óptima farinheira. Para passeio, há algumas hipóteses de percursos pedestres, bird watching e uma visita às grutas de Alvados. 

Ficam algumas fotografias para que possam ver o que tentámos descrever. No final, imagens do nosso jantar!





 Raquel e João

17/07/2013

receita - cogumelos portobello recheados de alheira com ovo de codorniz

Esta receita tanto pode servir de entrada como de prato principal, conforme o tamanho dos cogumelos, a fome,  a quantidade e/ou acompanhamento.

É preciso:
- cogumelos portobello
- alheira de caça
- ovos de codorniz
- sal
- pimenta
- azeite
- queijo mozzarella 
- tomilho fresco

Conseguimos encontrar uns bons cogumelos portobello, com uns 10 cm de diâmetro, pelo que dois por pessoa foi suficiente, se tivermos em conta que acompanhámos com uma salada simples.

Começar por pré-aquecer o forno e preparar uma tabuleiro com folha de alumínio regada com um pouco de azeite. 

Começa-se por lavar os cogumelos e "escavar" ligeiramente o rebordo mais escuro, ainda no seu interior, de forma a permitir que se recheie com alheira mais facilmente. Numa frigideira sem gordura ou apenas com um finíssimo fio de azeite cozinha-se a alheira.

Tempera-se os cogumelos com sal e pimenta, recheia-se os mesmos com a alheira previamente cozinhada, junta-se uma folhas de tomilho fresco e o queijo mozzarella ralado. 

Lavam-se os ovos de codorniz e com uma faca faz-se um golpe na casca, que é muito frágil, para os conseguir abrir sem se desfazerem. Abrem-se os ovos por cima dos cogumelos.

Tempera-se novamente com uma pitada de sal e pimenta e leva-se ao forno até os cogumelos perderem a água e os ovos estarem cozinhados. 

Apresentação:

Acompanhar com uma salada fresca.




Raquel

03/07/2013

novidades e sugestões - "Where Chefs Eat"


Os livros também se julgam pela capa, pelo menos neste caso.. Em termos de design, é um livro magnífico que fica bem em qualquer cozinha.

O livro Where Chefs Eat, da editora Phaidon, é um guia de restaurantes para todo o mundo, com sugestões feitas por chefs de renome.

Organizado por continentes, países e cidades, este livro apresenta sucintamente inúmeros restaurantes onde os chefes vão comer. Recomendações que vão desde a pechincha, ao “worth the travel”, não esquecendo o “wish I’d open” ou o “local favorite”.

Na maior parte dos casos não há grandes explicações sobre os sítios, mas as sugestões são feitas por quem sabe, e isso já vale qualquer coisa.

Em Portugal, os chefes Henrique Sá Pessoa, José Avillez, Ljubomir Stanisic e Vitor Sobral são alguns dos que apresentam sugestões de onde comer.



João