22/02/2012

restaurante - Sushi Café (Amoreiras)

O Sushi Café Amoreiras (clicar para aceder ao website), é um restaurante de cozinha japonesa, com um toque de criatividade. Sendo bom, que é, peca por se situar dentro de um centro comercial, num espaço que procura ser recatado mas que não resulta. Tem uma sala interior, aparentemente mais confortável, (embora mais perto do rodopio dos empregados) e uma «exterior», na mezzanine do centro comercial, onde encontramos mesas encavalitadas umas nas outras num corredor onde constantemente passa gente, o que não é muito agradável. O melhor será optar pelas mesas que ficam a uma altura superior e mais isoladas do resto, com vista para as lojas...

A decoração do espaço é indiferente, não sendo nem escandalosamente feia nem de surpreendente bom gosto: mesas pretas de linhas direitas e bancos iguais não muito confortáveis. Resumidamente, o típico minimalismo japonês sem nenhum toque especial.

Todos estes aspectos menos felizes são francamente compensados pela comida que é servida: peixe fresco, bem cortado e bem apresentado (o salmão, atum e peixe-manteiga são maravilhosos!). 

Além de ter os típicos rolos, califórnias, nigiris e tempuras, a carta apresenta-nos também uma série de peças mais elaboradas e improváveis, que são uma surpresa quando pousadas na mesa e uma surpresa (agradável) na boca (é de experimentar os Makis Especiais como o Rainbow - rolos de peixe com fruta, cobertos com salmão e outro peixe e os Mauzer, de peixe manteiga e uva, cobertos com peixe manteiga e ovas).

A lista de entradas frias e quentes é generosa, assim como a de pratos mais elaborados que não envolvem peixe cru. São de destacar os Temakis (cones) de atum ou salmão, e as sobremesas, sobretudo o bolo de chocolate e o gelado de chá verde. 

Os preços, não sendo muito convidativos, estão dentro do habitual para este tipo de restaurantes de cozinha  japonesa com melhor qualidade, entre os 15 e os 25€ por pessoa. 

Por fim, resta o atendimento, que pode ser classificado de suficiente. Nem mais, nem menos. Aliás, já tivemos uma experiência menos feliz com um empregado de mesa pouco simpático e  menos educado o que, certamente, tem alguma influência na imagem geral com que ficamos do restaurante.



Raquel

20/02/2012

sushi caseiro


Aqui ficam algumas imagens (fotografias tiradas pelo Miguel) do sushi que foi preparado no outro dia (como podem perceber, foi pelas mãos do João). E por falar em sushi... esta semana deixamo-vos a nossa opinião sobre um restaurante japonês. 


Raquel

16/02/2012

receita - fondants de chocolate

Esta receita é baseada quase na totalidade neste vídeo, é muito fácil de fazer e resulta numa sobremesa deliciosa, daquelas de fazer crescer água na boca!

As quantidades que aqui refiro são as que eu uso, não sei se são usadas as mesmas no vídeo.

Para fazer 6 fondants de chocolate é preciso:

- formas de pudim ou de queque
- chocolate de culinária (minímo de 70% de cacao) - 125gr
- manteiga - 125gr (mais a necessária para barrar as formas)
- 3 ovos inteiros e 3 gemas
- açúcar - cerca de 3 colheres de sopa (pode variar consoante o gosto de cada um)
- farinha q.b.
- açúcar em pó q.b.

Barrar as formas com manteiga.
Em banho-maria derreter o chocolate e a manteiga. 
À parte bater os ovos, as gemas e o açúcar.
Juntar esta mistura de ovos à de chocolate a pouco e pouco e sempre a mexer, para o calor do chocolate não cozer os ovos.
Juntar um pouco de farinha para engrossar.
Encher as formas com este preparado e levar ao forno (pré-aquecido).
A temperatura e o tempo de cozedura variam consoante o forno. O suposto é o fondant ficar cozido por fora e, por dentro, quase como uma mousse (no caso do que está na imagem a mousse estava a querer fugir!).
É necessário algum cuidado ao retirar os fondants das formas , por estarem muito quentes, mas convém desenformá-los com rapidez para não continuarem a cozinhar.
Por fim polvilhar os fondants com um pouco de açúcar em pó.

Apresentação:

Polvilhar os fondants com um pouco de açúcar em pó e, para ser mesmo mesmo delicioso, acompanhar com gelado e fruta (neste caso usei gelado de natas e manga).




João

14/02/2012

novidades e sugestões - aprender a fazer sushi

A cozinha japonesa, seja na sua versão mais tradicional, seja de fusão, tem sido muito procurada e os restaurantes japoneses (ou que se dizem japoneses) são cada vez em maior número.

A par disso, a vontade de aprender a preparar uma refeição japonesa também tem aumentado. 

Assim, e para quem estiver interessado em aventurar-se na cozinha japonesa, deixamo-vos uma sugestão de livro de técnicas e receitas, que ainda aborda um pouco a história e os principais ingredientes.  

Tendo em conta os vários manuais e livros que fomos folheando, este (clicar para aceder a mais informação) pareceu-nos o mais completo e de mais fácil compreensão.




Caso tenham vontade de experimentar e não tenham nenhuma experiência, este é se dúvida, adequado. 

Para os interessados podemos deixar o nome de um ou dois sítios onde encontrar produtos e ingredientes. Quem conhecer, partilhe connosco também! 


Raquel e João

13/02/2012

restaurante/bar - Artis

No Bairro Alto, este é um dos nossos sítios de eleição para ir petiscar e beber um copo de vinho.

Com uma excelente carta de vinhos e uma boa ementa de petiscos, este é o sítio perfeito para longas conversas pela noite dentro, sempre acompanhadas por uma agradável escolha de temas de jazz e um ambiente e decoração de muito bom gosto.

O Artis, antigo B'artis, é um bar que apesar de renovado, conserva o ambiente e a decoração de outrora. A madeira, os objectos retro-kitsch e os instrumentos musicais que decoram o espaço, juntamente com a luz fraca e a música no volume certo, conferem a este bar um ambiente nocturno sofisticado.

O atendimento podia ser melhor, não pela falta de simpatia ou eficácia, mas pelas demoras em noites de casa cheia (o espaço é pequeno, pelo que facilmente enche). Nada de muito grave, até porque o objectivo é ir petiscando, bebendo e conversando sem pressas.

A lista de vinhos (a copo e garrafa) é muito completa e variada, com boas escolhas de brancos, tintos, verdes e espumantes das várias regiões do país, para além de vinho do Porto e da Madeira.

Quanto à ementa, é de destacar o frango no churrasco (bem picante como se quer), as batatas bravas (óptimas), as moelas, os enchidos e os queijos.

Os preços são justos: a partir de 3€ já se pode beber um bom vinho a copo e os petiscos andam entre os 4 e os 10€. 

É um bar onde, sem snobismos, se pode ver um jogo de futebol e onde se pode comer e beber até de madrugada (fecha às 2 da manhã durante a semana e às 3 à sexta e sábado).



João


Morada:
Rua Diário de Notícias, nº 95
1200-142 Bairro Alto

Telefone:
213424795


09/02/2012

O primeiro mês!

Hoje este espaço de partilha completa um mês de existência!

Ao longo deste curto período de tempo já partilhámos convosco 4 opiniões sobre restaurantes, 4 receitas, 2 textos sobre duas cidades europeias, 2 dicas de cozinha e 1 sugestão relacionada com a organização de eventos. Muito, muito mais está ainda por vir! Dicas de hotéis, pensões e residenciais onde ficar hospedado; sítios bonitos para visitar em Portugal, etc.!

É com muito prazer que vos escrevemos, sempre na expectativa que saiam daqui mais ricos, e que possam também partilhar com os vossos, as nossas ideias, receitas e sugestões. 

Esperamos que o balanço que fazem deste mês seja igualmente positivo. Para quem ainda não se juntou, podem seguir-nos na nossa página de facebook (clicar para aceder) - fica o vosso presente!


Raquel e João

07/02/2012

receita - noodles com masala de frango e lima

Esta receita surgiu de uma tentativa de imitação do prato kare lomen do Restaurante Nood (clicar para aceder ao website), no Chiado . 

Embora não tenha ficado igual, ficou igualmente bom, pelo que se tornou num prato recorrente.

É preciso:

- massa chinesa (noodles)
- cebola
- alho
- peitos de frango
- sal
- pimenta preta
- tandoori masala em pó
- piri-piri em pó
- pó de caril
- gengibre em pó
- azeite
- leite de côco
- polpa de tomate
- rebentos de soja
- coentros
- lima

Cortar a cebola em tiras. Picar o alho.
Cortar os peitos de frango em pedaços pequenos e temperá-los com sal, pimenta, piri-piri e tandoori masala.
Refogar o alho e a cebola em azeite. Quando a cebola estiver transparente, juntar o frango e deixá-lo cozinhar 2 a 3 minutos.
Juntar o leite de côco e um pouco de polpa de tomate.
Deixar cozinhar em lume médio/brando.

Nesta fase (a mais importante) é absolutamente necessário ir provando e adicionando gradualmente tandoori masala, caril, gengibre em pó, sal, pimenta e piri-piri, até ficar a gosto.

À parte, cozinhar os noodles conforme indicado na embalagem.

Por fim, juntar parte da água da cozedura da massa (para ficar quase como uma sopa) e os rebentos de soja.

Apresentação:

Num prato de sopa com coentros e lima (que deve ser espremida). Come-se com «pauzinhos» e colher de sopa.
 



João

06/02/2012

truques e dicas - descascar e cortar cebola sem lacrimejar

A altura de descascar e cortar cebola é, para muitos, um tarefa desconfortável. 

Dada a probabilidade de os olhos começarem a arder devido à irritação provocada pelo enxofre presente na cebola, e também de lacrimejar como reacção a essa presença estranha, partilho convosco um truque que costumo pôr em prática e que costuma resultar.

Solta-se a primeira camada de casca da cebola (a mais escura) e passa-se a cebola por água corrente fria, assim como as nossas mãos e a faca que vamos utilizar. À medida que vamos cortando e descascando podemos ir passando a faca na água fria, assim como as nossas mãos.

Não me perguntem porquê, porque nunca estudei química nem nada relacionado com ciências naturais, mas a verdade é que comigo resulta e alivia bastante a irritação no nariz e olhos.


Raquel

03/02/2012

mais um fim-de-semana por aqui

Trocámos o frio de Lisboa pelo frio gelado de S. Pedro de Moel, em Leiria. De tanto cá virmos, quase que nos esquecemos de vos escrever um pouco sobre este sítio encantador, agora com mais sol e luz do que na fotografia abaixo.


Vamos pensar em mais sugestões para vos dar e  já se está a aperfeiçoar uma receita muito, muito doce... 

Bom fim-de-semana!

João e Raquel

02/02/2012

restaurante/bar - A Taverna (Taberna Portuguesa)

Começar a escrever sobre um restaurante/bar sem se ter a certeza absoluta sobre o seu nome pode não ser bom sinal. Conheço só como «Taverna», nome que podemos ler depois de passar o portão que a delimita. Porém, e tendo em conta que nos últimos tempos se multiplicaram os espaços com o nome de «Taverna», «Taberna» e outros que tais, falar deste em particular, só pode ser por um bom motivo.

A Taverna, situada no Alto de Santo Amaro, no bairro de Alcântara, é uma tasca acolhedora que outrora não tinha muito boa fama. Mas nada melhor do que uma história assim para dar vontade de lá entrar. Com pequenas mesas e bancos de madeira que vislumbramos logo desde o portão, a Taverna é um espaço pequeno e acolhedor, dividida entre uma zona mais interior, junto ao balcão, e outra mais exterior, ainda que coberta, do lado de fora da porta, mais agradável. 

Aqui, tudo o que pedimos tem de ser português. Não são só os azulejos da parede e a música de fundo que falam a mesma língua que nós: o pequeno saco onde nos servem o pão, a ementa, as bebidas e até as pastilhas «Gorila» que encontramos em cima do balcão. Não vale a pena sequer pedir por uma «Coca-cola», não há. 

A ementa, não sendo muito variada, faz jus à nossa gastronomia e os pratos servidos, mais à base de petiscos do que outra coisa, são saborosos. Moelas de pato, tiborna de tomate ou de ameijoa, pica-pau de porco, alheira e farinheira com grelos ou espinafres, e um belo queijo com doce de figo, são alguns dos poucos pratos da casa. As sobremesas também são à base de produtos portugueses, mas a escolha é mais diminuta. Para beber, cerveja, em garrafa ou copo de barro, moscatel, vinho e vinho do porto e um bagaço caseiro, doce e perigoso!

Embora fique cheio com facilidade (mas é possível reservar mesa) e o espaço não seja o mais confortável de todos, o ambiente é agradável, sobretudo se formos em grupo, com a ideia de partilhar e experimentar de tudo um pouco.

É uma ideia genuína que não cede à tentação de tentar recriar o castiço, transformando-o num falso gourmet

Os preços praticados são absolutamente adequados (rondando os 10€ por pessoa).


Raquel

Morada:
Rua dos Lusíadas, n.º 130 - Alto Santo Amaro - Alcântara
1300 - 376 Lisboa

Telefone: 
914289997


31/01/2012

viagens e sítios - Barcelona

Se tivesse de descrever Barcelona* em três adjectivos escolheria estes: vaidosa, elegante e fria. 

A vaidade e elegância da cidade estão presentes na obra arquitectónica que por lá podemos ver, provavelmente o que de mais bonito tem. Conjugando o tradicional com o moderno, as ruas de Barcelona, o planeamento urbanístico da cidade, os seus edifícios, sejam habitacionais ou não, conjugam-se na perfeição, resultando numa mistura inteligente, original e encantadora.

De facto, a riqueza da arquitectura deixa-nos espantados. Podemos ver edifícios antiquíssimos sem que o seu estado de conservação esteja descuidado, com fachadas trabalhadas, ornamentadas e imponentes que se misturam surpreendentemente bem com um legado mais moderno. Podermos ver lojas e espaços comerciais a funcionar em edifícios antigos, não os remetendo à inutilidade ou abandono, é das escolhas mais inteligentes e sensatas que existem. 

As ruas e os bairros organizados geometricamente e cortados pela grande Avinguda Diagonal que atravessa a cidade, tornam-na mais fácil percorrer e entender, tendo uma percepção global da sua planta. As esquinas, ao invés de serem em ângulo recto, como é mais comum, têm uma abertura que oferece mais espaço a quem anda a pé, ampliando as ruas e alargando os passeios. 

Os mapas encurtam em muito as distâncias entre dois pontos: Barcelona é sempre maior do que pensamos e galgar as grandes avenidas, atravessar as largas estradas leva mais tempo do que o previsto.

As grandes praças são monumentais e, por maiores que sejam, estão sempre cheias de pessoas, da terra e de fora, num rodopio intenso que faz com que seja uma cidade viva, onde se cruza todo o tipo de gente. 

Cosmopolita, Barcelona é uma passerelle onde desfilam mulheres e homens que espelham o último grito da moda; jovens mais alternativos com roupa descontraída, metaleiros, freaks e meninos bem, de todas as nacionalidades e origens. 

No entanto, todo este movimento e imponência podem dar a sensação de que esta é uma cidade fria, que nos ignora e nos faz sentir pequenos no meio de tanta agitação e grandeza. Os bancos individuais que podemos encontrar em vários locais da cidade podem ser símbolo dessa individualidade e egoísmo que se pressentem. 

Comer é um verdadeiro prazer para estas pessoas, pelo menos se nos lembrarmos dos balcões que se enchem de gente que, à pressa e em pé, vai tomando as suas refeições, deixando os lugares sentados e da esplanada para aqueles que estão dispostos a pagar mais por isso. Em todo o lado, há um espaço que vende sandes, pizzas, comida para fora e para se comer a andar.

A horizontalidade da cidade é um convite às bicicletas que se juntam ao trânsito controlado e aos passeios. Skates, trotinetas e patins são outros meios escolhidos para percorrer Barcelona. 

O Metro é, quase de certeza, o transporte mais prático e cómodo. As ligações entre linhas são fáceis, as viagens são curtas e não se tem de esperar mais de três minutos por ele. Mais caricatas são as estações e os corredores labirínticos que unem as várias linhas, alguns ao ponto de meter medo, por tão grandes e recônditos.  

Embora percebam bem português, os catalães não aparentam ser os mais simpáticos do mundo, mas, como em tudo, há excepções. A verdade é que parecem ser mais desconfiados e sérios do que outros espanhóis de outras cidades. 

Mais do que uma vez tivemos de chamar a atenção para «erros» na conta, fruto de tentativas de enganar turistas, cobrando pedidos indevidamente. 

Barcelona é uma mistura de sensações, difícil de exprimir. Ao mesmo tempo que nos deslumbra faz-nos ter saudades do que nos é familiar.



Raquel

* Visitámos Barcelona em Agosto de 2011 e em Janeiro de 2012






26/01/2012

Até já!

Vamos até Barcelona! Partimos amanhã bem cedo, e regressamos domingo à noite. Vai ser bom poder revisitar a cidade com mais calma, menos calor, e menos turistas por centímetro quadrado.

Bom fim-de-semana para vocês! 


Raquel e João

25/01/2012

receita - chíli com carne e tangerina

Esta é a minha receita de chíli com carne. É muito fácil de fazer e o resultado final é muito bom, com a tangerina a cortar os sabores pesados do chíli.

Ingredientes:

- cebola
- alho
- pimento vermelho
- malaguetas vermelhas
- azeite
- sal
- pimenta (mistura 5 bagas)
- açúcar mascavado
- carne de vaca picada
- feijão vermelho (enlatado)
- caldo de galinha
- tomate pelado (enlatado)
- tangerinas

Suar a cebola e o alho picados em azeite.
Juntar o pimento (cortado em cubos) e as malaguetas (cortadas em rodelas) e deixar refogar.
Temperar com sal e pimenta e juntar 2 colheres de sobremesa de açúcar mascavado.
Adicionar a carne picada, o tomate (cortado em pedaços) e o caldo de galinha.
Deixar ferver.
Juntar o feijão previamente escorrido.
No final retificar os temperos.

Apresentação:

Num prato de sopa com uns quantos gomos de tangerina.




João

24/01/2012

restaurante - Restaurante de Aplicação da Escola de Hotelaria e Turismo de Lisboa


É inacreditável como este sítio é desconhecido e tão pouco publicitado e falado, sobretudo quando oferece menus completos por apenas 15€.

O restaurante funciona durante a semana ao almoço e alguns dias ao jantar, conforme a agenda, que deve ser consultada. Esta semana por exemplo, o restaurante vai estar encerrado hoje e amanhã devido ao facto de os alunos estarem em época de exames e os jantares estão a cargo de convidados, no âmbito de um evento gastronómico. Em qualquer dos casos é  necessário fazer marcação.

A ementa, que varia de semana para semana, pode ser consultada aqui (clicar para aceder ao website). Geralmente é constituída por amuse-bouche, entrada, prato de peixe, prato de carne e sobremesa, para além de incluir um aperitivo, um copo de vinho, água e café. Tudo, voltamos a dizer, por apenas 15 euros.

A qualidade dos alimentos, a confecção, a apresentação dos pratos e o atendimento são muito bons, até porque os alunos são sempre supervisionados pelos seus professores.

O edifício da Escola de Hotelaria, a antiga escola Machado de Castro em Campo de Ourique, está muito bem arranjado e o espaço do restaurante, um altíssimo salão com enormes janelões, garante uma refeição num ambiente  agradável.

Ser cobaia das aprendizagens postas em prática é uma experiência boa e recomenda-se, tendo em conta a qualidade do que ali é feito. Este restaurante/escola não fica aquém de muitos restaurantes mais caros que por aí há, pelo contrário.


João e Raquel

19/01/2012

receita - sopa de chouriço e tomate

Há uns tempos experimentei fazer esta receita de sopa do chef Miguel Castro e Silva (retirada da colecção que saiu com a revista Sábado «Os Menus do Chef» que versava sobre ele). É um prato muito fácil de fazer e é absolutamente delicioso!

Deixo-vos a receita e algumas fotografias:

Para 4 pessoas é preciso:

- 50 g de chouriço
- 750 ml de caldo de galinha
- 250 g de tomate
- 1 cebola
- 1 dente de alho
- azeite
- orégãos
- pão torrado ou croutons


Começa-se por cortar o chouriço e o tomate (pelado e sem sementes) em cubos, a cebola em tiras e pica-se o alho.

Numa panela grande deita-se um pouco de azeite e dá-se uma ligeira fritura, em lume brando, ao chouriço. Junta-se a cebola e o alho picado e deixa-se refogar. Acrescentam-se o tomate e os orégãos. Pouco tempo depois adiciona-se o caldo de galinha, tempera-se com sal e deixa-se ferver.

O caldo de galinha, para a receita ser perfeita, devia ser preparado com miudezas, carcaças de galinha e uma boa guarnição aromática, fervido durante 2 horas. Como isso demora muito tempo e é chato, um caldo knorr dissolvido em água a ferver faz o efeito.

Quando experimentei esta receita optei por triturar a sopa com uma varinha mágica. Não sei se fiz bem ou se é melhor manter os pedaços inteiros.

Apresentação:

Numa tijela com pão torrado ou croutons.




João

18/01/2012

viagens e sítios - Madrid

Madrid* não acaba, as suas ruas prolongam-se sem sabermos o seu início ou o seu fim e, por isso, andamos por elas sabendo sempre que estamos perto. Perto de alguma coisa. De praças largas, arcadas, jardins e avenidas, ruas e locais inesperados.

A banda sonora de Madrid pode ser descrita pela música de fundo, ou  chamemos-lhe antes ruído, das pessoas a andar e a falar, dos vendedores de rua, pelo som dos copos e pratos a serem pousados nas mesas das incontáveis esplanadas que decoram toda a cidade.

Por todo o lado sentimos um permanente odor a comida que nos leva a experimentar mais um local e a parar para ver mais um cardápio.  

Todo esse movimento e toda esta vida que se mantém durante a noite, torna Madrid uma cidade difícil de penetrar à primeira. As ruas sem princípio nem fim fazem da cidade um labirinto orgânico onde no entanto sabemos, no fim, encontrar tudo.

Apesar de ser uma cidade com muitas pessoas, em muitas zonas parece que não damos por elas devido à largura e espaço das ruas, avenidas e praças. No entanto, se olharmos à nossa volta, não faltam pessoas e famílias a pousar junto dos principais marcos da cidade.

À primeira vista Madrid pareceu-nos ser agressiva. Aos poucos, e ao visitar os seus três principais museus, demo-nos conta de que afinal é uma cidade sensível. Essa sensibilidade, podemos também pressenti-la no bom gosto dos edifícios e na sua excepcional conservação, nos jardins ou até mesmo nos sem-abrigo que encontramos na rua a ler um livro.

Ao mesmo tempo Madrid consegue ser uma cidade prática, com lojas de conveniência em cada esquina, hotéis, hostels e pensões para os mais variados bolsos, já para não mencionar a enorme oferta de sítios onde comer, petiscar, beber e descansar. 

É de louvar a quantidade de sombras e de bancos de rua  que a cidade tem, tornando fácil de suportar os seus quentes dias de Verão. 

Um dos aspectos mais desagradáveis é a quantidade de lixo no chão, sendo comum as pessoas não usarem os caixotes do lixo, numa lógica de «já não preciso disto, vai para o chão». 

Conduzir nesta cidade é um acto heróico e desnecessário, uma vez que a rede de transportes públicos é rápida e confortável.

Madrid é também uma cidade de escolhas, na impossibilidade de visitar, ver e fotografar tudo o que nos tem para oferecer, cresce a vontade de lá voltar e de lá nos voltarmos a perder. 


Raquel

* Visitámos Madrid em Agosto de 2011


16/01/2012

novidades e sugestões - Et Voilà

A Mica, a Rita e a Lálá são três amigas que, entre outras actividades, se dedicam à organização de eventos. 

Os eventos que organizam, desde festas de aniversário, baptizados, despedidas, ou qualquer outra ocasião festiva que se queira comemorar, são momentos mágicos e únicos. 

Festas que são pensadas de coração, alma e varinha mágica, moldando-se por completo ao motivo e a quem a quer dar, destacando-se pela originalidade, diversão e elegância. 

A Et Voilà (clicar para aceder ao website) tanto pode tratar de tudo, desde o conceito base até aos pormenores decorativos, como convites e lembranças para os convidados, como apenas de uma destas coisas (entre outras).

Para além disto, o facto de tratarem ainda de fotografar o evento, deixando a tarefa a cargo de profissionais, possibilita que este seja vivido a 100 % sem que se esteja preocupado em registar  os melhores momentos e sorrisos, e que fique para sempre com recordações de uma festa inesquecível... uma verdadeira cereja no topo de bolo.

E por falar em bolo, aqui ficam algumas imagens (retiradas da página de facebook da Et Voilà) do que estas três amigas podem fazer por si.


Raquel